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quinta-feira, janeiro 30, 2014

O CREDO DAS BRUXAS





Ouça agora a palavra das Bruxas,

os segredos que na noite escondemos,

Quando a obscuridade era caminho e destino,

e que agora à luz nós trazemos.

Conhecendo a essência profunda,

dos mistérios da Água e do Fogo,

E da Terra e do Ar que circunda,

Manteve silêncio o nosso povo.

O eterno renascimento da Natureza,

a passagem do Inverno e da Primavera,

Compartilhamos com o Universo da vida,

que num Círculo Mágico se alegra.

Quatro vezes por ano somos vistas,

no retorno dos grandes Sabbats,

No antigo Halloween e em Beltane,

ou dançando em Imbolc e Lammas.

Dia e noite em tempo iguais vão estar,

ou o Sol bem mais perto ou longe de nós,

Quando, mais uma vez,

Bruxas a festejar,

Ostara, Mabon,

Litha ou Yule saudar.

Treze Luas de prata cada ano tem,

e treze são os Covens também,

Treze vezes dançar nos Esbaths com alegria,

para saudar a cada precioso ano e dia.

De um século à outro persiste o poder,

Que através das eras tem sido levado,

Transmitido sempre entre homem e mulher,

desde o princípio de todo o passado.

Quando o círculo mágico for desenhado,

do poder conferido a algum instrumento,

Seu compasso será a união entre os mundos,

na terra das sombras daquele momento.

O mundo comum não deve saber,

e o mundo do além também não dirá,

Que o maior dos Deuses se faz conhecer,

e a grande Magia ali se realizará.

Na Natureza, são dois os poderes,

com formas e forças sagradas,

Nesse templo, são dois os pilares,

que protegem e guardam a entrada.

E fazer o que queres será o desafio,

como amar a um amor que a ninguém vá magoar,

essa única regra seguimos à fio,

para a Magia dos antigos se manifestar.

Oito palavras o credo das Bruxas enseja:

Sem prejudicar ninguém, faça o que você deseja.

quarta-feira, maio 11, 2011

O CREDO DAS BRUXAS



Ouça agora a palavra das Bruxas,
os segredos que na noite escondemos,
Quando a obscuridade era caminho e destino,
e que agora à luz nós trazemos.
Conhecendo a essência profunda,
dos mistérios da Água e do Fogo,
E da Terra e do Ar que circunda,
Manteve silêncio o nosso povo.
O eterno renascimento da Natureza,
a passagem do Inverno e da Primavera,
Compartilhamos com o Universo da vida,
que num Círculo Mágico se alegra.
Quatro vezes por ano somos vistas,
no retorno dos grandes Sabbats,
No antigo Halloween e em Beltane,
ou dançando em Imbolc e Lammas.
Dia e noite em tempo iguais vão estar,
ou o Sol bem mais perto ou longe de nós,
Quando, mais uma vez,
Bruxas a festejar,
Ostara, Mabon,
Litha ou Yule saudar.
Treze Luas de prata cada ano tem,
e treze são os Covens também,
Treze vezes dançar nos Esbaths com alegria,
para saudar a cada precioso ano e dia.
De um século à outro persiste o poder,
Que através das eras tem sido levado,
Transmitido sempre entre homem e mulher,
desde o princípio de todo o passado.
Quando o círculo mágico for desenhado,
do poder conferido a algum instrumento,
Seu compasso será a união entre os mundos,
na terra das sombras daquele momento.
O mundo comum não deve saber,
e o mundo do além também não dirá,
Que o maior dos Deuses se faz conhecer,
e a grande Magia ali se realizará.
Na Natureza, são dois os poderes,
com formas e forças sagradas,
Nesse templo, são dois os pilares,
que protegem e guardam a entrada.
E fazer o que queres será o desafio,
como amar a um amor que a ninguém vá magoar,
essa única regra seguimos à fio,
para a Magia dos antigos se manifestar.
Oito palavras o credo das Bruxas enseja:
Sem prejudicar ninguém, faça o que você deseja.